FRAGILIDADE
Demora-se o olhar na flor.
Acariciando as pétalas.
Folha ao vento.
Passou por tanto tormento.
Descansa agora.
Tudo ficou no outrora.
A lágrima sentida.
A alma dolorida.
Os dedos imóveis não tocam a flor que balança.
Sua alma é peralta criança.
Gosta de admirar.
Ama observar.
Mais tarde segue em frente.
Chegou o tempo diferente.
Tempo de amor correspondido.
Tudo ganhou outro sentido.
sonia delsin

Nenhum comentário:
Postar um comentário